sábado, 14 de março de 2009

Sem titulo... por hora

Sinto que a cada dia que passa
Que minha esperança se torna escassa
Que minha vida se esvai
E que meu coração por vezes me trai
Até que encontro você
Envolvida em luz alva
Estrela brilhante que salva
O duro coração do incrédulo
Que opção agora eu tenho?
Além de buscar a ti com empenho?
Não deixe a sombra por aqui crescer
E o frio que dela vem me fazer adormecer
Um sono perturbado sem a tua luz
Com teu lindo sorriso me conduz
A escapar do meu proprio deserto gelado
O meu sangue pulsa mais forte agora
Do deserto logo estarei fora?
De-me a tua mão e me abraça
Quero olhar nos teus olhos e sentir tua graça
A luz que emana de ti, meu anjo

Tempo e espaço?

Tempo e espaço são duas invenções humanas
Justificativas para suas maquinações insanas
Não tenho tempo para dizer o que penso
Não tenho espaço para guardar o que quero
Não tenho tempo pra realizar meus desejos
Não tenho espaço para guardar o meu telescópio
Não tenho tempo para olhar a estrelas
Não tenho espaço pra plantar uma roseira
Não tenho tempo para lhe dar uma rosa
Não tenho espaço para a caneta
Não tenho tempo para a poesia
Não tenho espaço para guardar as memorias
Não tenho tempo para sentar e lembra-las
Não tenho espaço para nossa primeira carta
Não tenho tempo para responde-la
Não tenho espaço no meu coração para você
Não tenho tempo para dizer que te amo
Me falta tanto tempo e espaço
Me falta tanto carinho e amor
Me falta tanto estar com você
E no fim de tudo
Só sobrevive a saudade e a dor

quinta-feira, 5 de março de 2009

Continuar

Situação surreal, quase irreal
Da maneira que te conheci
Por alguns minutos me ponho a pensar
Uma forma divertida para apenas começar
A dizer a você que sinto a luz nos teus olhos
E a alegria no teu belo sorriso
Me fazem pensar
Na melhor maneira

De pra sempre continuar
Continuar a sentir a sensação surreal
Continuar a sentir sua energia vital
Que invade mente e coração desse pobre mortal

Não ache que é exagero
Mas não quero que seja passageiro
Fique pra sempre, me dê sua mão
Vamos ver o que há de melhor então
Não me deixe ir por ai sem você
Não me deixe nem pensar em esquecer

De pra sempre continuar
Continuar a sentir a sensação surreal
Continuar a sentir sua energia vital
Que invade mente e coração desse pobre mortal

Nos teus olhos quero enxergar
Teus pensamentos e medos
E apenas de novo olhar
Com apenas um leve sorriso
Dizer que sempre estarei aqui e sempre vou estar

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Probabilidades

Existem coisas inexplicáveis em nosso universo
Que não passa de uma implacável pilha de probabilidades
Mas sempre existem as humanas, não tão sensatas, remotas possibilidades
Qual a probabilidade de se encontrar alguém divertido numa sala de aula?
Seja ela qual for, é diminuta, já que todos estão emburrados com as pautas
Qual a probabilidade de encontrar alguem com capacete e não anda de moto?
Possivelmente ínfima, sendo mais fácil encontrar um fantasma em alguma foto
Qual a probabilidade de se dar bem com essa pessoa?
Ainda mais quando 90 por cento da sala quer a sua cabeça pois você não para de falar um segundo
E ela, pelo menos aparentemente, pensa diferente, até ri ...
Será só mais um rostinho bonito ou algo que bate na sua vida e não sai mais?
Fico curioso para saber quais as probabilidades e todas as possibilidades
Conhecer-te foi, no minimo, prazeroso. Qual a probabilidade de te conhecer melhor?
Só você pode me dizer. Mas a principio as considerações são: Uma menina muito bonita, com um sorriso cativante que praticamente instiga a falar mais e mais bobagens só pra que ela não pare de sorrir, criativa a ponto de desenhar amendoin japones made in china e um elefante pirata movido a vela. Conclusão final? Não saia nunca mais da minha vida ok?
As probabilidades de isso acontecer? Me diga você.

domingo, 7 de setembro de 2008

Amizades eternas


As areias do tempo correm por entre meus dedos
Tudo passa e infelizmente, muito rápido.
Nem tudo é razoavelmente bem aproveitado
E quase tudo passa despercebido

Amizades eternas não, duram como o vento
Que jamais cessa seu movimento
Quanto o próprio universo que está solidificado
Como nossa amizade inabalável

Mesmo separados por um imenso hiato
É esse tênue porém resistente fio dourado
Que nos mantem unidos mesmo que um mundo inteiro
Nos mantenha fisicamente separados

Raíssa, amizades são feitas de ouro puro
E a tua mais, é encrustada de pedras preciosas
Nem tempo, nem distancia, nem nada
Destruirá o que construimos nesse tempo com fundações tão poderosas

Saudades...

Sinto saudades da época que o teu sorriso era só meu
Não sou possessivo, nem nada parecido
Mas sem isso eu permaneço caído
Sem vida, como marionete sem o sorriso teu

Sinto saudades da época que o teu amor era só meu
Em que nossos corações batiam no mesmo ritmo
Pena que se desgastou e se tornou algo ínfimo
E me causa depressão profunda saber que não sou mais teu

Sinto saudades de você, dos teu abraços apertados
Saudade das nossas músicas, dos teus beijos apaixonados
Saudade da nossa vida, de ao teu lado observar a paisagem
E desejar pra que seja eterno e não só uma breve passagem

Sinto saudades de estar perto do teu ser
Da sua aura que quase sempre podia ver
Sinto saudades do cheiro dos teus cabelos no ar
No fim de tudo, sinto saudades sim, de tudo
Mas principalmente, saudade de te amar


(Aí está dona Rai hahah demorou mais saiu, espero que goste)

terça-feira, 10 de junho de 2008

Mulher do cabelo rubro


Mulher do cabelo rubro
Por que me persegue nos meus sonhos?
Por que insiste em consumir a minha alma
Como se fosse apenas um simples cigarro
Ela queima, incandescente
E ao invés de fumaça expele um aroma doce
Que você insiste em tragar
Não resta mais nada de mim
Depois de você, além de algo vazio
Corpo sem vida que vaga por ai
E que nos sonhos você insiste em perseguir
Mulher do cabelo rubro
Já não sei se só existe em meus sonhos
Ou se já não sei mais o que é sonho
Não tento mais fugir
Só me resta deixar consumir
O resto de mim que parece resistir
Mulher do cabelo rubro
Na verdade, não quero que suma
Tome um trago, fume um cigarro
E apenas consuma o pouco que restou por aqui